O influenciador Lucas Borbas se pronunciou após ser alvo de críticas nas redes sociais por revelar que está conhecendo uma nova pessoa. A declaração veio cerca de três meses após a morte da esposa, Isabel Veloso, e gerou forte repercussão.
“Só eu sei o que vivi”, diz Lucas Borbas
Em desabafo publicado nesta quinta-feira (16), Lucas rebateu os julgamentos e destacou que o processo de luto não pode ser medido por tempo.
“Muita gente está me julgando porque se passaram três meses. Mas desde quando o amor se mede por um cronômetro?”, escreveu.
Ele afirmou que começou a viver o luto ainda durante a doença da esposa, enfrentando momentos difíceis ao longo do tratamento.
Relacionamento foi marcado por luta contra doença
Segundo Lucas, ele esteve presente em todas as fases mais delicadas, incluindo internações, crises e noites difíceis.
“Eu vivi o medo, a impotência e a dor de ver quem eu amava lutar todos os dias”, declarou.
A influenciadora morreu em janeiro de 2026, aos 19 anos, após complicações de um transplante de medula óssea. Ela enfrentava um linfoma de Hodgkin desde a adolescência.

Pedido antes da morte pesou na decisão
Lucas também revelou um detalhe íntimo: Isabel teria pedido que ele seguisse em frente caso algo acontecesse.
“Só eu sei das promessas que ela me pediu para cumprir. Quantas vezes ouvi: ‘Seja feliz. Continue vivendo’”, contou.
Segundo ele, a decisão de se permitir viver um novo relacionamento não significa esquecimento.
“Seguir em frente não é traição”
O influenciador foi direto ao responder as críticas:
“Seguir em frente não é traição. Não é falta de amor. É também honrar os desejos de quem partiu.”
Ele ainda reforçou que cada pessoa vive o luto de uma forma diferente e que o tempo de cada um deve ser respeitado.
Caso divide opiniões nas redes
A situação gerou debate entre internautas. Enquanto alguns criticaram a rapidez da decisão, outros saíram em defesa de Lucas, destacando a complexidade do luto.
A discussão levanta um ponto sensível: não existe um prazo universal para seguir em frente — e, no fim, a experiência é sempre individual.







