A negociação entre Evaristo Costa e a Record TV para apresentar o reality show Casa do Patrão não avançou. Depois de várias conversas, o ex-âncora decidiu ficar de fora do projeto, e a emissora já começou a buscar alternativas entre nomes que também passaram pela TV Globo.
O que aconteceu com Evaristo Costa e a Record
Segundo o próprio jornalista, a negociação com a Record foi cordial, mas ele optou por não aceitar a oferta. Depois de dizer em entrevistas durante o Carnaval que “contrato bom é contrato assinado”, Costa explicou que não havia encontrado um acordo ideal e que prefere seguir de férias por enquanto. A recusa veio depois de duas tentativas de aproximação com a emissora e com o diretor Boninho, responsável pelo formato do reality.
Na publicação em suas redes sociais, ele agradeceu à Record, à Disney (parceira de produção) e ao diretor, deixando claro que, apesar da boa relação, não fará parte da apresentação do programa.
Record já movimenta bastidores atrás de novo nome
Com a saída de Costa, a Record está em busca de outro profissional para comandar Casa do Patrão, reality show criado por Boninho com estreia prevista para abril de 2026. E o nome que ganha força nos bastidores é o de André Marques, também ex-Globo, segundo apuração da imprensa especializada. As conversas com o apresentador já começaram, e ele é visto como um dos favoritos para assumir a apresentação do projeto.
Marques tem histórico de trabalho com Boninho e já participou de importantes atrações da Globo, o que tem sido apontado como ponto a favor em uma contratação que visa dar peso e familiaridade ao novo reality.
O futuro de Casa do Patrão
O formato de Casa do Patrão mistura elementos de convivência, liderança e estratégia, com dinâmica semelhante a outros realities populares. A produção combina experiências em casas separadas, desafios e disputas de poder entre os participantes — enquanto a emissora corre contra o tempo para fechar o comando do programa.
Nesse cenário, a saída de Costa marcou um movimento importante nas negociações de talento entre as principais emissoras do país e reacende o debate sobre a migração de grandes nomes da TV aberta para projetos que mesclam conteúdo tradicional e formatos de entretenimento modernos.







