A comemoração dos 30 anos da urna eletrônica ganhou um elemento inesperado — e rapidamente viral: a mascote “Pilili”. Lançada pelo Tribunal Superior Eleitoral, a personagem chamou atenção não só pela proposta educativa, mas também pela reação imediata do público nas redes sociais.
Mascote criada para aproximar jovens do voto
Apresentada em um evento oficial em Brasília, “Pilili” faz referência ao som emitido pela urna eletrônica no momento da confirmação do voto.
A ideia, segundo o TSE, é tornar o sistema eleitoral mais acessível e atrativo, especialmente para o público jovem e novos eleitores.
Durante o lançamento, a ministra Cármen Lúcia destacou a importância da urna como ferramenta segura e essencial para a democracia brasileira.
Nome e visual viram meme
Apesar da proposta institucional, o nome da mascote rapidamente virou assunto nas redes — e não exatamente pelo motivo esperado.
Internautas reagiram com humor, criando memes e associações inusitadas com o termo “Pilili”, considerado por muitos como infantil ou ambíguo.
Montagens, piadas e comparações dominaram as plataformas, transformando a personagem em um dos assuntos mais comentados do dia.
30 anos da urna eletrônica
A ação faz parte das celebrações de três décadas da urna eletrônica no Brasil, utilizada pela primeira vez em 1996.
Desde então, o sistema trouxe mudanças importantes, como:
- fim do voto em papel
- apuração mais rápida
- redução de fraudes
- maior transparência no processo eleitoral
Hoje, o modelo brasileiro é referência internacional em votação eletrônica.
Estratégia e repercussão
Mesmo com as críticas e brincadeiras, a repercussão mostra que a estratégia atingiu um ponto-chave: engajamento.
Ao misturar linguagem acessível com um símbolo visual, o TSE tenta dialogar com uma nova geração — ainda que, como mostrou a internet, isso venha acompanhado de memes inevitáveis.
No fim das contas, “Pilili” já cumpriu um papel importante: colocar o tema eleitoral de volta no centro das conversas digitais.







