Produtora carioca ganhou notoriedade ao assumir relacionamento com atriz e agora está no centro de polêmica judicial
O nome de Giovanna Reis voltou aos holofotes após a atriz Alanis Guillen conseguir uma medida protetiva na Justiça. A decisão veio depois de denúncias de perseguição, ameaças e invasão de privacidade após o fim do relacionamento entre as duas.
Quem é Giovanna Reis?
Carioca, de 28 anos, Giovanna trabalha como produtora e gerente de projetos em um estúdio de arte e design.
Discreta nas redes sociais, ela passou a ganhar visibilidade pública ao assumir o namoro com Alanis, conhecida por papéis marcantes na TV, como em Pantanal e Três Graças.
Relacionamento e término conturbado
O relacionamento foi assumido publicamente no Dia dos Namorados de 2025. A partir daí, as duas passaram a compartilhar momentos juntas, com interesses em comum como viagens e eventos.
O término aconteceu em março de 2026, após a repercussão de publicações antigas de Giovanna nas redes sociais com teor racista, homofóbico, transfóbico e gordofóbico.
Por que a medida protetiva?
Segundo o processo, Alanis relatou que passou a receber contatos insistentes da ex-companheira, além de visitas não autorizadas em sua residência.
A ação também aponta tentativas de exposição da vida pessoal da atriz e contato com colegas de elenco da novela Três Graças.
Com base nas provas apresentadas, a Justiça entendeu que o caso se enquadra na Lei Maria da Penha, reconhecendo indícios de violência psicológica e perseguição.
O que diz a decisão
A medida protetiva determina que Giovanna Reis não pode manter qualquer tipo de contato com Alanis Guillen — seja presencialmente, por telefone ou redes sociais.
Ela também está proibida de comentar ou divulgar informações sobre a vida pessoal da atriz.
Caso segue repercutindo
O episódio continua gerando debate nas redes sociais e levantando discussões sobre limites em relações pessoais, exposição pública e proteção legal.
Mais do que uma polêmica de celebridades, o caso reforça um tema sério: quando o relacionamento termina, o respeito precisa continuar — inclusive na Justiça.







