Atriz compartilhou vídeo do momento em que perdeu os sentidos e tranquilizou os fãs ao explicar que convive com uma condição crônica.
A atriz Luiza Ambiel, de 53 anos, assustou os seguidores ao publicar um vídeo mostrando o momento em que desmaia dentro de casa. As imagens, registradas pelas câmeras de segurança da residência, mostram a artista perdendo os sentidos na sala e sendo rapidamente socorrida pela filha, Gabriela Ambiel.
Após a repercussão, a ex-participante de A Fazenda tranquilizou os fãs e explicou que o episódio foi provocado por uma síncope vasovagal, condição médica com a qual convive há anos.
Luiza Ambiel explica causa do desmaio
Em publicação nas redes sociais, Luiza contou que o desmaio foi mais um episódio relacionado ao problema de saúde e afirmou que já está recuperada.
Com bom humor, a atriz elogiou a rapidez da filha no atendimento.
“O momento em que eu desmaio e minha filha me ajuda com a delicadeza dela”, brincou na legenda.
Em seguida, ela tranquilizou os seguidores.
“Graças a Deus, estou bem e foi só mais uma vez a minha síncope vasovagal atacando de novo.”
Filha agiu rapidamente durante o atendimento
Nas imagens divulgadas por Luiza Ambiel, Gabriela corre para socorrer a mãe logo após perceber que ela havia desmaiado.
A jovem levanta as pernas da atriz, procedimento recomendado para favorecer o retorno do fluxo sanguíneo ao cérebro em casos de desmaio causados por queda de pressão, enquanto aguarda a recuperação.
A atitude foi elogiada pelos seguidores da artista, que deixaram mensagens de apoio após a publicação.
O que é síncope vasovagal?
A síncope vasovagal é uma das causas mais comuns de desmaio. A condição provoca uma queda repentina da pressão arterial e da frequência cardíaca, reduzindo temporariamente o fluxo de sangue para o cérebro e levando à perda momentânea da consciência.
Entre os fatores que podem desencadear uma crise estão estresse emocional, dor intensa, calor excessivo, longos períodos em pé e situações de grande desgaste físico ou psicológico.
Embora, na maioria dos casos, não represente um risco grave, pessoas que apresentam episódios recorrentes devem manter acompanhamento médico para identificar gatilhos e reduzir o risco de novas ocorrências.







