Aos 73 anos, o cantor Bell Marques está vivendo uma fase que foge do óbvio. Conhecido por comandar multidões no carnaval, ele agora também se destaca fora dos palcos — como atleta.
Com uma rotina intensa de treinos, o artista mostra que idade não é limite e ainda tomou uma decisão direta sobre o futuro: aposentadoria não está nos planos.
Rotina de atleta e preparo para os palcos
Para manter o ritmo de shows — que podem durar horas seguidas em cima de um trio elétrico — Bell adotou uma disciplina digna de atleta profissional.
O treino inclui musculação, corridas de rua e até partidas de tênis. Tudo isso para garantir resistência física e manter a performance vocal em alto nível.
Segundo ele, o corpo dá sinais claros quando chega ao limite. Por isso, o preparo não é estética — é necessidade.
Corrida virou projeto
Mais do que um hobby, o esporte virou parte da carreira. O cantor criou o circuito “100% Você”, que mistura corrida com música ao vivo.
Durante os eventos, ele corre ao lado do público em percursos de 5 km e 10 km. Depois da prova, troca o uniforme de atleta pelo de artista e sobe ao palco para um show completo.
O projeto já passou por diferentes cidades e segue expandindo, unindo saúde, entretenimento e proximidade com os fãs.
Marca registrada e estilo único
Outro detalhe que chama atenção é a tradicional bandana — acessório que virou assinatura visual de Bell.
Além do estilo, ela também tem um significado pessoal e acompanha o cantor tanto nas corridas quanto nos shows.
Aposentadoria? Nem pensar
Mesmo com mais de quatro décadas de carreira, Bell Marques deixa claro: parar não é uma opção.
Pelo contrário, o investimento no esporte serve justamente para prolongar a vida artística.
Inspirado por artistas que seguem ativos após os 80 anos, ele projeta continuar no mesmo ritmo — ainda que, no futuro, com passos mais leves nas corridas.
Energia que desafia o tempo
No fim, a conta é simples: disciplina + paixão pelo que faz = longevidade.
Bell Marques não só mantém a forma física, como também redefine o que significa envelhecer no mundo do entretenimento.
E se depender dele, o show — dentro e fora do palco — ainda vai longe.







