Atriz relata invasão de casa e intimidação após fim do relacionamento; Justiça aplica Lei Maria da Penha no caso
A atriz Alanis Guillen conseguiu na Justiça uma medida protetiva contra a ex-namorada, Giovanna Reis, após denunciar episódios de perseguição, ameaças e invasão de domicílio. A decisão foi tomada no dia 29 de abril, no Rio de Janeiro, e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais.
Relato de perseguição e ameaças
De acordo com informações divulgadas pelo colunista Gabriel Vaquer, os problemas começaram logo após o término do relacionamento, em março. Segundo o relato da atriz, a ex-namorada passou a insistir em manter contato, além de ameaçar expor sua vida pessoal.
A situação teria escalado quando Giovanna foi até a residência da atriz sem autorização. Além disso, pessoas próximas, incluindo colegas de elenco da novela Três Graças, também teriam sido procuradas com o objetivo de intimidar Alanis.
Provas reforçaram decisão judicial
No processo, foram apresentados registros, mensagens e testemunhos que sustentam as acusações. A Justiça entendeu que o caso se enquadra na Lei Maria da Penha, classificando as atitudes como violência psicológica, perseguição e constrangimento.
Com a decisão, Giovanna Reis está proibida de manter qualquer tipo de contato com a atriz — seja presencial, por telefone ou pelas redes sociais. Também não pode divulgar ou comentar informações sobre a vida privada de Alanis.
Término conturbado e repercussão
O relacionamento chegou ao fim em março, após a repercussão de publicações antigas de Giovanna, feitas em 2012, com teor racista e homofóbico. O caso já havia gerado críticas na época.
Neste domingo (3), o assunto voltou aos holofotes e viralizou nas redes sociais. Internautas reagiram em peso, muitos demonstrando apoio à atriz e relembrando polêmicas envolvendo a ex-namorada.
Comentários como “isso só mostra que não mudou” e “a gente dorme com o inimigo às vezes e nem sabe” dominaram as discussões online, ampliando ainda mais a visibilidade do caso.
No fim das contas, o episódio reforça um tema que segue atual: a importância de reconhecer sinais de abuso e buscar proteção legal quando necessário.







