Jornalista contou ao vivo que procedimento para tratar respiração expôs material desconhecido e trouxe risco grave
Um relato forte marcou o programa Mais Você. A repórter Juliane Massaoka, conhecida como Ju Massaoka, revelou que quase perdeu parte do nariz após uma cirurgia que, inicialmente, seria simples.
Durante conversa com Ana Maria Braga, a jornalista abriu o jogo sobre o susto que viveu — e o que descobriu no meio do procedimento.
Cirurgia de rotina virou risco inesperado
Ju procurou ajuda médica por problemas respiratórios e rinite alérgica. O plano incluía uma série de intervenções, como correção de desvio de septo e outros ajustes estruturais.
Mas, durante a operação realizada no início de abril, os médicos encontraram algo inesperado: microesferas de PMMA (um tipo de plástico) no nariz da jornalista.
Segundo ela, o material teria sido colocado em um procedimento estético anterior — sem o seu conhecimento.
“Eu não sabia. Foi colocado sem que eu soubesse”, revelou.
Material desconhecido complicou tudo
A retirada do PMMA não foi simples. De acordo com Ju, o material se comporta como uma espécie de cola, aderindo aos tecidos.
Isso tornou o procedimento mais complexo e aumentou os riscos. “Foi um perigo danado… eu poderia ficar sem nariz”, contou.
Diante da gravidade, a equipe médica precisou reconstruir a região utilizando partes do próprio corpo da jornalista.
Recuperação difícil e impacto emocional
O pós-operatório também não foi fácil. Ju relatou dores intensas e um processo de recuperação delicado.
“Acordei com o nariz latejando muito… foi um perrengue”, disse.
Além da parte física, o impacto emocional foi profundo. A jornalista descreveu o sentimento como uma violação após descobrir que havia passado por um procedimento anterior sem total clareza.
“Me senti violada de ter passado por tanto risco”, desabafou.
Alerta importante
O caso acende um alerta sobre a importância da transparência em procedimentos médicos e do acompanhamento adequado antes de qualquer intervenção.
Mesmo situações consideradas simples podem esconder riscos — e a informação, nesse cenário, é tão essencial quanto o próprio tratamento.







