Jovem piloto da Mercedes conquista terceira vitória na temporada e amplia vantagem no campeonato
O nome do momento na Fórmula 1 é Kimi Antonelli. O jovem de 19 anos venceu o GP de Miami neste domingo (3) e deu mais um passo firme rumo ao título da temporada 2026.
Mesmo sendo ultrapassado na largada, o piloto da Mercedes-AMG Petronas mostrou maturidade, recuperou a liderança ao longo da prova e cruzou a linha de chegada na frente, confirmando a fase dominante.
Pressão dos gigantes? Teve — e ele segurou
A vitória não veio fácil. Antonelli teve que lidar com a pressão de nomes pesados como Charles Leclerc, Lando Norris e Max Verstappen.
No fim, quem brilhou foi a consistência: ele retomou a ponta e segurou o ritmo até o final, deixando para trás a dupla da McLaren.
Pódio e destaque da corrida
O top 3 do GP de Miami ficou assim:
- Kimi Antonelli (Mercedes) 🏆
- Lando Norris (McLaren)
- Oscar Piastri (McLaren)
Liderança isolada no campeonato
Com o resultado, Antonelli chega à terceira vitória na temporada e abre vantagem na tabela, somando 100 pontos. O desempenho coloca o italiano como principal nome na briga pelo título — e já levanta aquele debate clássico: será que estamos vendo o nascimento de uma nova era na F1?
E o Brasil?
O único brasileiro no grid, Gabriel Bortoleto, terminou na 12ª colocação e ficou fora da zona de pontuação.
Resultado completo do GP de Miami
- George Russell (Mercedes)
- Max Verstappen (Red Bull)
- Charles Leclerc (Ferrari)
- Lewis Hamilton (Ferrari)
- Franco Colapinto (Alpine)
- Carlos Sainz Jr. (Williams)
- Alexander Albon (Williams)
Completaram o grid:
11. Oliver Bearman (Haas)
12. Gabriel Bortoleto (Audi)
13. Esteban Ocon (Haas)
14. Arvid Lindblad (Racing Bulls)
15. Fernando Alonso (Aston Martin)
16. Sergio Pérez (Cadillac)
17. Lance Stroll (Aston Martin)
18. Valtteri Bottas (Cadillac)
Abandonaram:
Nico Hülkenberg (Audi), Liam Lawson (Racing Bulls), Pierre Gasly (Alpine) e Isack Hadjar (Red Bull).
No ritmo que está, Antonelli não só lidera — ele começa a moldar a narrativa da temporada. E na Fórmula 1, a gente sabe: quando a história encaixa cedo, costuma ir longe.







