A apresentadora Rafaela Marquezini, rosto conhecido da TV Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo, viveu o que muitos brasileiros temem: uma forma grave de dengue. Sua recente internação na UTI, com apenas 12 mil plaquetas — um número alarmante frente às 150 mil consideradas normais —, acendeu um sinal de alerta sobre a gravidade da doença. A experiência de Rafaela, que por pouco não teve um desfecho fatal, serve como um poderoso lembrete de que a dengue não é uma “gripezinha” e que a atenção aos sintomas na fase crítica pode ser a diferença entre a vida e a morte.
Embora a dengue clássica se manifeste com febre alta, dores de cabeça e musculares, é na chamada “fase crítica” — geralmente após a febre baixar — que o quadro pode evoluir para a forma hemorrágica, ou dengue grave. Os sinais de alarme, como a apresentadora relatou ter sentido (náuseas, dores intensas e sangramento), são o indicativo de que o corpo está em colapso, com um grave extravasamento de plasma e risco de choque. Essa fase exige atenção médica imediata e hidratação intravenosa, já que não há um tratamento específico para o vírus, e o foco é no controle dos sintomas e complicações.
A história de Rafaela, que procurou ajuda em pânico ao notar os sinais de hemorragia, ressalta a importância de não subestimar a doença. Segundo dados recentes, o Brasil tem enfrentado um aumento expressivo nos casos de dengue, com mais de um milhão de casos prováveis registrados em 2025 e centenas de óbitos confirmados. Embora estados como Minas Gerais, Paraná e Goiás tenham concentrado um grande número de casos, a doença é um problema nacional que afeta todas as regiões. A prevenção, portanto, continua sendo a melhor arma.
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