O jornalista Conrado Corsalette, de 47 anos, foi encontrado morto em seu apartamento no bairro de Santa Cecília, região central de São Paulo. O corpo foi localizado pela companheira, e a notícia causou forte impacto no meio da comunicação. A causa da morte não foi divulgada.
Reconhecido pela atuação discreta e pelo trabalho nos bastidores do jornalismo político, Conrado deixa uma lacuna profunda entre colegas, leitores e profissionais da imprensa.
Trajetória sólida e respeitada
Com uma carreira marcada pela seriedade, Conrado Corsalette ocupava o cargo de secretário de redação adjunto na sucursal paulista do portal Poder360. Ao longo dos anos, construiu uma reputação baseada no rigor da apuração e no compromisso com a informação.
Antes disso, foi cofundador e editor-chefe do Nexo Jornal, além de ter passado por redações tradicionais como Folha de S.Paulo, Estadão e Agora São Paulo. Seu nome era associado a um jornalismo analítico, cuidadoso e profundamente conectado com o debate público.
Vida pessoal e legado
Natural do interior de São Paulo, o jornalista era pai de duas filhas, ainda crianças. A morte precoce interrompe uma trajetória admirada dentro e fora das redações, marcada não apenas pela competência profissional, mas também pelo respeito entre colegas.
Além do trabalho diário, Conrado também se dedicava à reflexão política e social, deixando contribuições relevantes para a compreensão do cenário brasileiro.
Comoção e despedida
Desde a confirmação da morte, manifestações de pesar tomaram conta das redes sociais e dos bastidores da imprensa. Amigos e profissionais destacaram a postura ética, a inteligência e a paixão de Conrado pelo jornalismo.
Até o momento, não há informações oficiais sobre velório e sepultamento. A família pede discrição neste momento de luto.







