O ex-piloto Chase Pistone, conhecido no mundo das corridas e neto da lenda do automobilismo Tom “Tiger” Pistone, foi encontrado morto aos 42 anos nesta semana, segundo anúncio da família. A notícia surpreendeu fãs, amigos e a comunidade do esporte a motor.
A confirmação da morte foi feita pelo irmão de Chase, Nick Pistone, em uma postagem emotiva nas redes sociais. Ele descreveu o irmão como seu “melhor amigo” e falou sobre o impacto da perda. A família não divulgou oficialmente a causa do falecimento, mas mencionou a 988 Suicide & Crisis Lifeline, linha de apoio a pessoas em crise, o que levantou especulações sobre questões de saúde mental associadas ao caso.
Carreira e legado
Chase nasceu em Charlotte, Carolina do Norte, e cresceu cercado pelo universo das corridas, começando a competir ainda criança, aos seis anos. Ele se destacou inicialmente nas provas de Legend Car, onde conquistou diversos títulos e mais de 80 vitórias. Ao longo da carreira, participou de categorias nacionais como a NASCAR Craftsman Truck Series, a NASCAR Xfinity Series e a ARCA Menards Series, além de atuar como proprietário e mentor de equipes de base após se afastar das pistas.
O legado de Chase também estava ligado ao nome de sua família: seu avô, Tom Pistone, ainda vivo aos 96 anos, foi piloto de sucesso na década de 1950 e figura respeitada nas competições de stock car.
Repercussão da morte
A morte de Chase Pistone provocou comoção entre fãs e colegas das pistas, que destacaram sua paixão pelo esporte e dedicação à formação de novos talentos. Nas redes sociais, muitos lamentaram a perda e reforçaram a importância de cuidados com a saúde mental, especialmente em um meio competitivo como o automobilismo.
Apesar de sua carreira nas principais séries da NASCAR não ter sido extensa, Pistone era lembrado pela presença constante no cenário das corridas americanas e pela conexão com as raízes do esporte







