Uma aparição surpresa com a máscara do icônico personagem Ghostface (da franquia Pânico) causou forte polêmica e repercussão nas redes sociais durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O caso aconteceu no estande da Editora Fruto Proibido, voltada ao gênero de dark romance.
Interações e notificação oficial
Imagens divulgadas na internet mostraram um homem mascarado interagindo de maneira física e explícita com visitantes — incluindo abraços intensos, beijos, tapas no rosto e encenações de enforcamento para fotos. As cenas dividiram opiniões e geraram debates sobre os limites de ações promocionais em um evento de grande porte que recebe público de todas as idades.
Com a repercussão negativa, a organização da Bienal do Livro notificou formalmente a editora e emitiu uma nota repudiando o ocorrido, reforçando que o episódio não fazia parte da programação ou de qualquer ação oficial autorizada. Além disso, a administração do evento determinou a proibição do uso de máscaras nas próximas edições.
Posicionamento da editora e defesa
Por meio de nota, a Editora Fruto Proibido declarou que não contratou, convidou ou autorizou a presença de homens mascarados em seu espaço, afirmando que a passagem do indivíduo ocorreu de forma espontânea e que a marca preza por um ambiente seguro e respeitoso.
Identificado como Yuri Gagarin, de 30 anos, o homem por trás da máscara se manifestou através de seus advogados. A defesa alegou que ele havia combinado a gravação de conteúdos visuais de forma consensual com uma amiga próxima e que o objetivo era puramente de “diversão”, sem intenção de gerar polêmica. Após receber críticas intensas na web e o caso atingir a imagem de seus familiares, o produtor de conteúdo optou por desativar suas redes sociais.







