Uma tragédia marcante na família de Chico Anysio voltou a ganhar destaque e chamou atenção do público. O neto do humorista, Rian Brito, morreu em 2016 após ingerir chá de ayahuasca, bebida usada em rituais espirituais.
Quem era Rian Brito
Rian era filho do ator Nizo Neto e tinha 25 anos na época. Ele desapareceu por alguns dias até ser encontrado sem vida em uma praia de Quissamã, no Rio de Janeiro.
A morte causou forte comoção e segue sendo lembrada como um dos episódios mais dolorosos da família.
Chá em ritual e mudanças de comportamento
Antes do desaparecimento, Rian havia ingerido ayahuasca — uma bebida de origem indígena usada em contextos espirituais e religiosos.
De acordo com relatos da família, ele consumiu várias doses e apresentou mudanças bruscas de comportamento, incluindo um quadro descrito como surto psicótico.
A substância pode provocar alucinações e alterações intensas na percepção, o que levantou preocupações sobre seu uso sem acompanhamento adequado.
Causa da morte e investigação
Apesar da relação com o consumo do chá, a causa oficial da morte foi apontada como afogamento.
Ainda assim, familiares associaram o desfecho às consequências do uso da ayahuasca, destacando o impacto que a experiência teve no estado mental do jovem.
Debate sobre o uso da ayahuasca
O caso reacendeu discussões sobre o uso da ayahuasca fora de contextos tradicionais e supervisionados. A bebida é utilizada há séculos por povos indígenas, mas pode ter efeitos intensos no sistema nervoso.
Especialistas apontam que o consumo sem orientação pode trazer riscos, especialmente para pessoas em situação emocional vulnerável.
Uma história que ainda repercute
Anos depois, a morte de Rian Brito continua sendo lembrada e compartilhada, especialmente quando o legado de Chico Anysio volta ao centro das atenções.
O episódio mistura espiritualidade, saúde mental e responsabilidade — e segue como um alerta sobre os limites entre busca pessoal e segurança.







