Em um momento difícil, Gilberto Gil abriu sua casa na zona sul do Rio de Janeiro para receber a jornalista Poliana Abritta, do Fantástico, e conceder sua primeira entrevista desde a morte de sua filha, Preta Gil, em 2025. A conversa será exibida no próximo domingo (10), data que carrega um simbolismo especial: o Dia dos Pais.
Ao falar sobre a cantora, que faleceu aos 51 anos após uma longa batalha contra o câncer, Gil se permitiu revisitar memórias marcantes da convivência com a filha, marcada por alegria, espontaneidade e generosidade. “Preta era talvez a mais espevitada de todos os filhos. Ela era muito solta, com o exercício da bondade em todas as instâncias possíveis, muito solidária. Pretinha era uma menina incrível”, declarou o músico, visivelmente emocionado.
Durante o bate-papo com Poliana, Gil também relembrou o período delicado em que acompanhou Preta durante o tratamento contra a doença. A relação entre os dois sempre foi marcada por afeto e profundidade e, segundo a própria Preta, o apoio do pai foi essencial nos momentos mais dolorosos. Em determinado ponto da luta, ambos chegaram a ter uma conversa direta sobre a possibilidade da morte.
Para Gil, a coragem e a força da filha diante da doença impactaram toda a família: “Essa luta da Preta pela vida não só nos comovia como nos chamava para a responsabilidade. Os tempos nos Estados Unidos foram para cercá-la do maior conforto possível. Ela ir para lá continuar a luta pela vida era uma coisa que nos pertencia”, pontuou.
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