A morte da cantora e empresária Preta Gil neste domingo (20), aos 50 anos, causou comoção geral. A informação foi confirmada pela família da artista, que vinha enfrentando uma luta contra o câncer desde o início de 2023. Diagnosticada com câncer no intestino em janeiro daquele ano, Preta iniciou o tratamento no Brasil com sessões de quimioterapia e radioterapia.
Em agosto de 2023, ela passou por uma cirurgia para remoção do tumor e também do útero. Após quase um mês internada, recebeu alta e seguiu em acompanhamento médico em São Paulo. No final do mesmo ano, a cantora chegou a anunciar a conclusão do tratamento. No entanto, exames de rotina realizados em 2024 revelaram o retorno da doença, agora em outras regiões do corpo: dois linfonodos, o peritônio e um nódulo no ureter.
A nova fase da enfermidade exigiu uma abordagem ainda mais intensa, incluindo outra rodada de quimioterapia e uma cirurgia complexa, com duração de 21 horas. Em fevereiro de 2025, após quase dois meses de internação, Preta teve alta hospitalar e voltou ao tratamento com novos ciclos de quimioterapia. Com a eficácia limitada dos métodos tradicionais, a artista decidiu continuar a luta nos Estados Unidos, apostando em terapias experimentais.
Sendo assim, a filha de Gilberto Gil se hospedou em Nova York e viajava frequentemente a Washington para ser atendida em um centro especializado. O plano era seguir com o tratamento até agosto deste ano, quando faria novos exames para reavaliar as possibilidades. Infelizmente, o avanço da doença impediu que essa etapa fosse alcançada.
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