A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) emitiu um alerta para uma tempestade geomagnética G1 nesta sexta-feira (2). O fenômeno está relacionado a uma erupção registrada no Sol no último domingo (28).
De acordo com o Centro de Previsão do Clima Espacial da NOAA, uma ejeção de massa coronal (EMC) lançada após a erupção de um filamento solar deve atingir de raspão o campo magnético da Terra.
O nível G1 é considerado menor e representa a categoria mais baixa da escala de tempestades geomagnéticas da NOAA, que vai até G5, classificada como extrema.
Tempestade geomagnética pode afetar a Terra
A previsão da NOAA aponta possibilidade de condições G1 nesta sexta-feira (2). No sábado (3), a atividade geomagnética deve permanecer abaixo do nível de tempestade.
Uma nova ocorrência de nível G1 também é prevista para domingo (4), mas por outro motivo: a influência de um fluxo de vento solar de alta velocidade proveniente de um buraco coronal.
Tempestades geomagnéticas acontecem quando partículas e campos magnéticos vindos do Sol interagem com a magnetosfera terrestre.
No nível G1, os impactos costumam ser limitados. Segundo a escala da NOAA, podem ocorrer pequenas oscilações em redes elétricas, além de impactos menores na operação de satélites. Auroras também podem ser observadas em regiões de altas latitudes.
O que provocou o alerta da NOAA?
A ejeção de massa coronal responsável pela previsão desta sexta-feira foi registrada após uma erupção de filamento solar em 28 de setembro.
Os modelos indicaram que a maior parte do material lançado pelo Sol não atingiria diretamente o planeta. Ainda assim, a borda da ejeção poderia alcançar a Terra e provocar alterações temporárias em seu campo magnético.
Apesar do alerta, a classificação G1 indica uma tempestade geomagnética de baixa intensidade, sem previsão de impactos severos para a população.







