Um novo estudo aponta que hábitos simples no dia a dia podem fazer diferença na saúde do fígado. Entre as bebidas consumidas rotineiramente, algumas estão associadas à redução do risco de doenças hepáticas, enquanto outras podem trazer prejuízos quando consumidas em excesso.
Café tem efeito protetor contra doenças no fígado
Pesquisas recentes indicam que o consumo regular de café pode estar ligado a um menor risco de desenvolver doenças hepáticas crônicas. Estudos científicos mostram que o café ajuda a reduzir inflamação no fígado e pode diminuir a chance de progressão de doenças mais graves, como fibrose hepática e câncer de fígado.
Em análises amplas feitas com dados de grandes populações, o consumo de café foi associado a uma redução do risco de desenvolver doenças hepáticas, incluindo doenças metabólicas do fígado, que são hoje uma das causas mais comuns de problemas hepáticos no mundo.
Beba com moderação: bebidas adoçadas e alcoólicas podem elevar o risco
Por outro lado, nem todas as bebidas populares trazem benefícios. Estudos de longo prazo mostram que o consumo diário de bebidas adoçadas com açúcar, e até aquelas adoçadas artificialmente, pode aumentar o risco de acúmulo de gordura no fígado e problemas metabólicos associados.
Pesquisa com dados de dezenas de milhares de pessoas revelou que a ingestão regular dessas bebidas está ligada a um maior risco de doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica, uma condição que pode evoluir para complicações mais graves.
Além disso, recomendações de saúde pública geralmente alertam que o consumo de álcool deve ser moderado ou evitado por quem busca proteger o fígado, já que o álcool é um dos principais fatores de risco para cirrose e outras doenças hepáticas.
Chá verde e outras bebidas também podem ajudar
Pesquisas observacionais sugerem que o chá verde também pode estar associado a um menor risco de doenças hepáticas. Meta-análises mostram que o consumo regular de chá verde está ligado a redução significativa do risco de condições como esteatose hepática, hepatite e cirrose em diferentes populações.







