A participação de Edilson “Capetinha” no Big Brother Brasil 26 terminou de forma abrupta neste sábado (14): ele foi expulso após agredir um colega de confinamento, violando as regras do reality e sendo desclassificado pela produção da TV Globo.
Mas o episódio ganhou ainda mais repercussão ao revelar um problema financeiro sério que o ex-jogador enfrenta fora do programa: dívidas que ultrapassam os R$ 13 milhões, acumuladas em processos trabalhistas na Justiça.
Milhões em débitos trabalhistas
De acordo com registros do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, Capetinha responde por cerca de R$ 13,2 milhões em dívidas trabalhistas — valor que é mais do que o triplo do prêmio total oferecido nesta edição do BBB 26 (R$ 5,44 milhões).
Esse montante engloba demandas em cerca de 10 processos, que incluem obrigações não pagas e valores atribuídos a empresas ligadas ao seu nome.
Implicações do cenário fora da casa
A situação financeira tem sido um dos motivos que levaram o ex-atleta a aceitar o convite para entrar no reality: ele próprio admitiu durante o programa que entrou no BBB em parte para tentar conquistar o prêmio e amenizar suas dificuldades econômicas.
Além disso, especialistas apontam que, dependendo de como os processos tramitarem, parte de eventuais valores relacionados ao reality — inclusive cachês e premiações — pode ser alvo de penhora judicial para o pagamento dessas dívidas.
Repercussão após expulsão
Após deixar o reality, Capetinha se pronunciou nas redes sociais reconhecendo que poderia ter reagido de forma diferente no episódio que motivou sua saída, mas disse que está em casa e bem junto à família.
O caso ressurgiu o debate sobre gestão de carreira, vida pós-esporte e as dificuldades enfrentadas por ex-atletas na esfera financeira, especialmente quando a visibilidade de um reality show entra em jogo.







