A nova prisão da influenciadora e advogada Deolane Bezerra durante a Operação Vérnix reacendeu o histórico de polêmicas envolvendo seu nome. Esta não é a primeira vez que a empresária aparece no centro de investigações policiais de grande repercussão nacional.
Antes da atual operação, Deolane já havia sido presa em outra investigação que movimentou as redes sociais, dominou os sites de entretenimento e colocou a influenciadora entre os assuntos mais comentados do país.
Prisão em 2024 marcou primeiro grande caso policial
Em 2024, Deolane Bezerra foi alvo da Operação Integration, investigação que apurava um suposto esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.
Na ocasião, a influenciadora acabou presa preventivamente em Pernambuco. O caso teve enorme repercussão por causa da popularidade da empresária nas redes sociais e do estilo de vida de luxo frequentemente exibido pela famosa.
As investigações apontavam movimentações financeiras consideradas suspeitas, o que levou a operação a ganhar destaque nacional.
Influenciadora negou irregularidades
Depois de deixar a prisão naquele episódio, Deolane utilizou as redes sociais para afirmar que estava sendo perseguida e negou qualquer envolvimento em atividades ilegais.
O caso gerou forte mobilização de fãs e dividiu opiniões na internet, permanecendo entre os temas mais comentados durante semanas.
Além das investigações, a influenciadora também esteve envolvida em diversas polêmicas públicas nos últimos anos, principalmente por declarações controversas, ostentação nas redes sociais e disputas com outras celebridades da internet.
Nova operação mira suposto esquema ligado ao PCC
Agora, meses depois, o nome de Deolane volta ao centro de outra investigação de grande impacto. Desta vez, a operação conduzida pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital, conhecido como PCC.
Segundo as autoridades, uma empresa de transportes sediada em Presidente Venceslau teria sido usada para movimentar recursos atribuídos à organização criminosa.
O inquérito também aponta depósitos considerados suspeitos em contas relacionadas à influenciadora.
Família de Marcola também foi alvo
Além de Deolane Bezerra, a operação teve como alvo familiares de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado pelas autoridades como líder máximo da facção criminosa.
A Justiça ainda determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 27 milhões ligados à empresária, além da apreensão de veículos de luxo e outros bens.
Até o momento, a defesa de Deolane não havia se pronunciado oficialmente sobre a nova operação policial.







