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Márcia Piovesan

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Bruno e Marie se casam em cerimônia especial

Após idas e vindas, eles se acertam e decidem se unir

Marie e Bruno se casam no capítulo de Órfãos da Terra que vai ao ar hoje | Foto: Globo/Raquel Cunha

No capítulo de hoje, dia 12, de Órfãos da Terra, Marie (Eli Ferreira) e Bruno (Rodrigo Simas) finalmente sobem ao altar e dizem ‘sim’ um ao outro. Após algumas idas e vindas e instabilidades no relacionamento, Bruno consegue provar seu amor à Marie e conquistar de vez o coração da congolesa. 

Em uma cerimônia cheia de significado e emoção, os dois escolhem uma praia como cenário para eternizar esse momento. Quem conduz a noiva é Martin (Max Lima). O filho de Marie se emociona por ter essa tarefa e também por vestir a mãe no dia mais importante de sua vida. Inspirado pela cultura do seu país, o Congo, Martin desenha e confecciona o vestido de sua mãe, do noivo e também de alguns convidados. 

Com Laila (Julia Dalávia) e Jamil (Renato Góes) como padrinhos, Bruno e Marie recebem as bênçãos do Padre Zoran (Ângelo Coimbra) e, logo após a cerimônia, festejam com todos os amigos ao som de músicas africanas e típicas. A banda de Jean (Blaise Musipere) é quem se encarrega de animar os felizes convidados da boda.

Figurinos

O figurino de Eli Ferreira, a Marie, foi inteiramente produzido e confeccionado nos Estúdios Globo. Luana de Sá, figurinista que integra a equipe de Mari Sued, contou como buscou inspirações para compor a roupa da noiva: “Apresentamos tendências bastante atuais tanto da África quanto do Congo. Além de trazer a referência dos sapeurs, buscamos inspirações nas redes sociais e na internet. A ideia não foi estereotipar e sim ser fiel à cultura local. Percebemos que, além das cores, a modelagem da roupa da noiva é bem justa, mostrando as formas e desenhos do corpo da mulher. Sobre as cores, percebemos que todos os vestidos que vimos tinham recortes, ou seja, com duas estampas misturadas, como se fosse uma grande colcha de retalhos. A modelagem é brasileira, mas o tecido do vestido da noiva veio diretamente da África. Depois de muita pesquisa, conseguimos um fornecedor aqui no Rio de Janeiro que importa tecidos originais africanos. Usamos dois tipos de estampas, totalizando quase oito metros de malha em algodão tingido. A paleta de cores é toda aberta, bem vibrante. Ficamos bastante felizes com o resultado e espero que o público curta”, detalha a figurinista.