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Márcia Piovesan

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‘Profissão Repórter’ renova parceria com GloboLab

Programa mostra histórias que envolvem o sonho de viver da música

Caco Barcellos se reúne com os integrantes do projeto GloboLab - Foto: Globo/Divulgação

Amanhã, dia 31, o Profissão Repórter exibe um programa especial com reportagens de duplas selecionadas para a edição 2019 do GloboLab – laboratório desenvolvido pela emissora que envolve metodologia de cocriação e estimula a troca de ideias.

No terceiro ano do projeto que aproxima realizadores independentes, universitários e coletivos de audiovisual da equipe do programa, foram realizadas vinte e duas palestras em 15 cidades brasileiras, resultando em 235 trabalhos inscritos. Deste total, 10 foram selecionados para passar uma semana na redação do Profissão Repórter.

Alguns trabalhos tinham histórias de quem sonha viver de música. E são eles que são o principal assunto dessa edição ‘musical’ do programa.

De Florianópolis, as repórteres Dana Serafim e Rafaela Cardoso contam a história da Gambiarra Lixofônica, um projeto de um casal nômade que vive em uma Kombi e toca nas ruas da cidade com instrumentos adaptados do lixo.

Do Rio de Janeiro, a dupla José Alsanne e Lucas Lima traz um pouco da vida de Tabata Aquino e de outros artistas de trens, que lutam por uma lei que regulamente a apresentação nos transportes públicos.

E do Piauí, contada por Milena Rocha e Cafrê, vem a história de uma jovem moradora de uma comunidade sem energia elétrica que deseja ser cantora.

Os membros selecionados para o GloboLab debateram suas reportagens com Caco Barcellos e reeditaram seus materiais com o apoio da equipe do Profissão Repórter. Entre as duplas, o programa conta também a história do Canal Plá, um projeto colaborativo nascido na Baixada Fluminense; e destaca a presença do primeiro repórter transexual a colaborar com o Profissão Repórter: o jovem Cafrê, de Mossoró, no Rio Grande do Norte.