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Campanha Setembro Verde Esperança conscientiza pela prevenção da asfixia perinatal em bebês

Campanha Verde Esperança
Campanha Verde Esperança - Crédito: Divulgação

Institutos se unem em prol de campanha para conscientizar a sociedade sobre um dos problemas que atingem os bebês recém-nascidos

O Instituto Protegendo Cérebros Salvando Futuros se uniu à Sociedade Brasileira de Pediatri, AACD, Instituto Jô Clemente e outras entidades do Brasil para lançar a campanha Setembro Verde Esperança. O projeto visa conscientizar a sociedade sobre a prevenção e tratamento da asfixia perinatal em bebês.

Este é um problema que atinge 1,1 milhão de bebês por ano, sendo que, no Brasil, em um período de 12 meses, estima-se que 20 mil crianças nascem com falta de oxigenação no cérebro. Essa condição ocupa a terceira causa de morte neonatal e também é a principal causa de lesão cerebral permanente em bebês nascidos a termo.

No período de 24 a 30 de setembro, o Congresso Nacional ficará iluminado com a cor verde para destacar a campanha.

Saiba mais sobre a campanha:

“A asfixia perinatal é uma realidade que atinge todas as classes sociais no mundo, porém uma pequena parcela (estima-se que menos de 5%) dos recém-nascidos com asfixia em nosso país tem acesso ao tratamento e suporte mais adequado.  Com isso, grande parte pode ter o seu futuro comprometido por diversos déficits e sequelas neurológicas como paralisia cerebral, deficiência cognitiva, cegueira ou surdez.”

“Os principais objetivos dessa campanha incluem: unir instituições apoiadoras com o intuito de sensibilizar a sociedade de que Asfixia Perinatal é um grave problema de saúde pública; chamar a atenção dos setores público e privado para a necessidade de reduzir o impacto dessa doença em nosso país; e ao reduzir as chances de sequelas em bebês, mudar histórias de vida de milhares de crianças e de suas famílias.”

“O tratamento adequado a esta população também permite a redução de impactos econômicos incluindo custos diretos com cuidados em saúde como necessidade de exames complementares, internações hospitalares e acompanhamento médico multidisciplinar ao longo da vida. As sequelas em recém-nascidos geram, ainda, custos indiretos como perda de produtividade e gastos públicos ao país com relação à saúde e necessidade de assistência social”