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Márcia Piovesan

Bastidores

Chipre, a Ilha do Amor

Bette Lucchese mostra curiosidades e tradições de um casamento grego

Bette Lucchese encontra um pelicano cor-de-rosa nas ruas de Paphos, a antiga capital do Chipre
Bette Lucchese encontra um pelicano cor-de-rosa nas ruas de Paphos, a antiga capital do Chipre | Foto: Globo/Divulgação

Hoje, dia 7, para anteceder o Dia dos Namorados, o Globo Repórter desembarca no Chipre, a Ilha do Amor. Localizada entre a Europa, a Ásia e a África, a ilha, menor do que o estado de Sergipe, tem 1,2 milhão de habitantes e o triplo de turistas. Só no ano passado, 3,6 milhões de pessoas visitaram o lugar que abriga uma nação, dois povos e muitas surpresas. 

A repórter Bette Lucchese visita as montanhas geladas da ilha, mergulha no mar azul turquesa e conhece melhor a rotina de vida que garante longevidade de seus moradores, à base de vinho ‘comandaria’, o vinho dos comandantes feito com uvas especiais e uma receita de quatro mil anos, e do caseiro queijo halloumi, feito em casa pelos criadores de cabra.

“Não vamos mostrar apenas belas paisagens. Claro, que isso deixa qualquer um de queixo caído. Mas o povo do Chipre me encantou ainda mais. Eles são felizes, românticos e esperançosos. As histórias da Ilha do Amor emocionam. Depois da queda do muro de Berlim, quase 30 anos atrás, a capital do Chipre é a única do mundo ainda dividida entre dois países”, observa a repórter Bette Lucchese.

Na ilha, a equipe do Globo Repórter registra as curiosidades e tradições de um casamento grego, encontram cidades fantasmas e uma rica vida selvagem, com direito a flamingos, pelicano cor-de-rosa e estranhos muflões, com seus chifres gigantes.