O jornalismo brasileiro e o estado do Tocantins amanheceram em luto com a morte da jornalista e ex-apresentadora Thalita Tavares Caturelli Passoni, aos 46 anos. Conhecida por seu trabalho à frente do Globo Esporte na TV Anhanguera e como comentarista na CBN Tocantins, ela faleceu na noite da última terça-feira (25), após enfrentar bravamente uma batalha de cerca de um ano contra o câncer.
O último pedido da comunicadora
Conhecida por sua energia marcante e bom humor, Thalita deixou instruções expressas sobre sua despedida. Em respeito à sua vontade, a família confirmou que não haverá velório ou cerimônia pública.
Em nota oficial, o Espaço Junior — Centro Especializado em Autismo, instituição idealizada e fundada por ela em homenagem ao próprio filho, destacou a coragem com que a jornalista lidou com a doença:
“No último ano, encarou um câncer do mesmo jeito que encarava tudo na vida, com bom humor e com uma leveza que impressionava todo mundo em volta. A pedido dela, não haverá velório.”
Legado na comunicação e causas sociais
Thalita construiu uma carreira de forte identificação com o público tocantinense através de sua passagem marcante pela televisão e pelo rádio esportivo. Mesmo após se mudar para Maceió (AL) em 2013, continuou prestando relevantes serviços à sociedade, dedicando-se de corpo e alma à consolidação do Espaço Junior para o atendimento de pessoas neurodivergentes.
A partida de Thalita gerou forte commoção entre colegas de profissão, autoridades e admiradores, que lamentaram a perda de uma profissional brilhante e de um exemplo de força e solidariedade.







