A escalada da guerra envolvendo o Irã levantou questionamentos sobre possíveis impactos na Copa do Mundo de 2026. Apesar do clima de tensão internacional, a FIFA garantiu que não trabalha com a possibilidade de adiar o torneio e mantém o planejamento original da competição.
Segundo o diretor de operações da entidade, Heimo Schirgi, o Mundial seguirá normalmente. Para ele, a dimensão do evento torna inviável qualquer mudança drástica no calendário.
Copa é considerada grande demais para ser adiada
Durante declarações recentes, Schirgi afirmou que a competição deve ocorrer como previsto, mesmo com o cenário geopolítico delicado. O dirigente destacou que a Copa do Mundo é um evento global que mobiliza países, patrocinadores e milhões de fãs.
Ele reforçou que a organização acompanha a situação internacional de perto, mas acredita que o torneio será uma oportunidade para reunir pessoas em um momento de tensão global.
Conflito no Oriente Médio gera incertezas no futebol
A guerra envolvendo o Irã e países aliados tem provocado impactos também no esporte. Autoridades iranianas chegaram a levantar dúvidas sobre a participação da seleção no Mundial, citando questões políticas e de segurança.
O país asiático já havia garantido vaga na competição e estava previsto no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Caso confirme a desistência, a FIFA terá que decidir quem ficará com a vaga no torneio.
Mundial de 2026 segue confirmado
Mesmo diante das tensões internacionais, a entidade que comanda o futebol mundial reforça que o planejamento da Copa continua em andamento. A edição de 2026 será histórica: pela primeira vez o torneio terá 48 seleções e será sediado por três países — Estados Unidos, México e Canadá.
A expectativa da FIFA é que, apesar das turbulências políticas, todas as seleções classificadas possam participar e que o evento aconteça dentro do cronograma previsto.







