A cena do samba em Minas Gerais está em choque. A cantora Adriana Araújo, referência do gênero e ícone cultural da capital mineira, morreu nesta segunda-feira (2) aos 49 anos.
Internada em Belo Horizonte desde o dia 28 de fevereiro, Adriana sofreu um aneurisma cerebral, que evoluiu para uma hemorragia grave. A informação foi confirmada pela equipe da artista nas redes sociais após dias de quadro considerado irreversível pelos médicos.
Quem foi Adriana Araújo
Nascida e criada na comunidade Pedreira Prado Lopes, um dos berços históricos do samba em BH, Adriana construiu uma trajetória forte na música desde jovem.
Ela começou a ganhar destaque na cena local ao integrar o grupo Simplicidade Samba e, mais tarde, firmou carreira solo, lançando o álbum autoral “Minha Verdade”.
Ao longo da carreira, dividiu palco com grandes nomes do samba brasileiro e marcou presença em rodas, shows e eventos culturais importantes da capital mineira, como o Carnaval de Rua e festivais locais.
Repercussão e legado
A nota oficial publicada por sua equipe não só confirmou o falecimento, mas celebrou sua personalidade calorosa e a energia que levava aos palcos e à vida fora deles.
Adriana deixa o marido, Evaldo, e um filho, além de um legado de força, carisma e representatividade feminina dentro do samba.
Fãs, amigos e colegas da música já começaram a compartilhar homenagens nas redes sociais, destacando a importância de sua voz e presença na cultura popular mineira e brasileira.







