Angélica enfrenta uma ação trabalhista movida por um ex-cuidador que prestou serviços ao pai da apresentadora e também auxiliou sua mãe por um longo período. O processo pede uma indenização que se aproxima de R$ 200 mil, com base em supostas irregularidades no vínculo de trabalho.
De acordo com a ação, o profissional teria atuado por 3 anos e 9 meses sem registro em carteira, recebendo um salário mensal de R$ 6.600. Ele afirma que cumpria jornada no regime 12 por 36, incluindo finais de semana, feriados e datas comemorativas, sem acesso a direitos trabalhistas básicos.
Entre os pontos levantados estão a ausência de férias, 13º salário, FGTS e aviso prévio. O ex-cuidador também relata que nunca teve o vínculo empregatício formalizado, apesar da rotina fixa e da subordinação direta às demandas da família.
Outro detalhe que chama atenção no processo é a forma como a demissão teria ocorrido. Segundo o relato, o desligamento aconteceu por mensagem de WhatsApp, sem pagamento das verbas rescisórias, o que embasa parte do pedido de indenização e também um pedido por danos morais.
A Justiça do Trabalho já marcou uma audiência presencial, na qual as partes deverão apresentar suas versões dos fatos. O caso segue em tramitação e ainda não há decisão judicial.
Até o momento, Angélica não se pronunciou publicamente sobre o processo. A situação repercutiu nas redes e nos bastidores do entretenimento, levantando debates sobre relações de trabalho, direitos trabalhistas e contratos no ambiente doméstico.







