O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), sancionou a lei que torna a obra de Mauricio de Sousa um patrimônio cultural imaterial da capital. A decisão celebra a importância da Turma da Mônica e reforça o impacto do universo criado pelo escritor e cartunista ao longo de mais de seis décadas.
A iniciativa foi aprovada por unanimidade no início de novembro, durante votação na Câmara Municipal. De acordo com a gestão da cidade, o reconhecimento destaca a ligação profunda entre Mauricio, seus personagens e São Paulo. Além disso, valoriza o legado artístico que atravessa gerações.
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Mauricio nasceu em Santa Isabel, em 1935, e viveu parte da juventude em Mogi das Cruzes. Aos 19 anos, mudou-se para a capital, onde começou a trabalhar como repórter policial e ilustrador. Foi ali que sua carreira tomou forma e deu início a um dos fenômenos culturais mais marcantes do país.
Em 1959, o artista publicou sua primeira tira em jornal, estrelada pelo Bidu e pelo Franjinha. Depois disso, vieram Cebolinha, Magali, Cascão, Chico Bento e tantos outros personagens que, juntos, formariam a Turma da Mônica — um dos maiores símbolos da cultura pop brasileira.
Com a sanção da nova lei, a cidade de São Paulo oficializa essa história e reconhece o papel de Mauricio como um dos principais nomes da arte nacional.
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