A despedida de Li Martins a João Paulo Mantovani, o JP, no velório em São Paulo, foi o ponto final de uma história de amor que começou diante das câmeras e foi construída longe delas. O que as imagens de dor e comoção não contam é a profundidade de uma parceria de quase uma década, que uniu dois mundos e que, tragicamente, teve seus planos futuros ceifados a poucos meses de uma grande celebração.
O Brasil conheceu o início do romance entre a ex-Rouge e o modelo em 2015, durante a oitava edição do reality “A Fazenda”. A conexão foi imediata, mas foi fora do confinamento que o relacionamento floresceu. Em 2017, o amor se materializou com a chegada da filha do casal, Antonella, a quem JP se referia como seu “presente mais precioso”. A cumplicidade dos dois foi testada e aprovada novamente em 2021, quando participaram do “Power Couple Brasil”, mostrando ao público uma parceria madura e resiliente.
Morte de JP Mantovani
O ano de 2025 era para ser de festa. Em maio, Li e JP oficializaram a união no civil e planejavam uma grande cerimônia para o dia 12 de novembro, para celebrar com amigos e familiares. No entanto, o destino mudou de rota na madrugada de domingo, 21 de setembro. Apresentador, JP Mantovani era um apaixonado por motocicletas. Foi essa paixão que o levou a um encontro de motociclistas horas antes do acidente fatal na Marginal Pinheiros, em São Paulo.
A colisão com um caminhão de limpeza tirou a vida do apresentador aos 46 anos, deixando para trás os sonhos de uma família. A causa da morte, confirmada como politraumatismo cranioencefálico, encerrou de forma abrupta uma trajetória de alegria e planos. Em suas redes sociais, Li Martins pediu “paz e silêncio” para lidar com a dor, descrevendo o marido como “o anjo de nossas vidas”. O luto, agora, é o prólogo forçado para uma história que ainda tinha muitos capítulos para serem escritos.







