O Amazônia Live – Hoje e Sempre, festival realizado em Belém para celebrar a cultura amazônica e promover a consciência climática, chamou atenção não só pelo palco em formato de vitória-régia montado sobre o rio Guamá e pelo show de Mariah Carey, mas também pela ausência de uma das maiores representantes da região: Fafá de Belém, 69 anos.
Nas redes sociais, a jornalista Lisa Gomes criticou a organização e classificou a exclusão como um “apagamento injustificável”. “Montar um palco sobre o rio Guamá, transformar a cidade em vitrine cultural e não incluir a artista que carrega o nome de Belém em sua identidade soa como um apagamento injustificável”, declarou.
A filha da cantora, Mariana Belém, 45, concordou com a avaliação e também demonstrou descontentamento: “Como é bom te ouvir falar, tão inteligente! Silêncio gritante diz TUDO. E vale ressaltar: Nillson Chaves, Lucinha Bastos, Leila Pinheiro, Lia Sofia e tantos outros… Mas enfim. Os governos passam, mas a história da minha mãe – há 50 anos levando o nome de Belém e o Pará pro mundo – segue firme e forte.”
O line-up do festival contou, além de Mariah Carey, com nomes como Joelma, Gaby Amarantos, Dona Onete e Zaynara. A ausência de Fafá, no entanto, dividiu opiniões entre os fãs. Um seguidor chegou a criticar Mariana, afirmando que sua reação criava uma sensação de rivalidade desnecessária.
“Nada a ver! Curto muito a Fafá, mas não é sobre isso, porque ela tem que estar em tudo? Não gostei foi de você causar esse desconforto, essa rivalidade, o mundo realmente está chato! O que mudou ou vai mudar ela ter estado ou não?”, escreveu.
Mariana rebateu a acusação: “Mas porque seria rivalidade se estariam todas lá? Não há qualquer rivalidade, há sim uma tentativa de apagamento e uma exclusão desnecessária.”







