Jojo Todynho anunciou que passará por uma nova cirurgia plástica após perder mais de 80 quilos com bariátrica, reeducação alimentar e atividade física. A cantora de 28 anos revelou que fará uma alectomia, explicando que seu rosto afinou significativamente com a perda de peso e ela está incomodada com as mudanças na proporção facial. “Vou fazer alectomia. Só dar um glow, nada demais, nada invasivo, só porque estou com incômodo no riso”, explicou, ressaltando que ama seu nariz e não pretende fazer mudanças drásticas, apenas ajustar algo que passou a incomodá-la após o emagrecimento.
A artista se antecipou às críticas sobre mais um procedimento estético, afirmando que não se importa com a opinião pública: “Antes, quando eu estava gorda, as pessoas se incomodavam. Emagreci e as pessoas continuam se incomodando. Eu faço por mim porque sei que vai ser bom para mim”. Para esclarecer os detalhes técnicos sobre este procedimento específico e suas indicações após grandes perdas de peso, conversamos com o cirurgião plástico Dr. Guilherme Lippi, que explica o que é exatamente a alectomia, como é realizada e quais são os cuidados necessários.
O que é alectomia?
O procedimento consiste na redução das asas nasais. Segundo o profissional, apesar da cirurgia ser uma boa opção, ela pode não solucionar o “problema” por completo: “Ela nem sempre soluciona a questão da largura nasal. Frequentemente, a aparência de um nariz largo está relacionada ao seu formato geral, que pode ser mais achatado, associado à falta de estrutura e projeção da ponta nasal. A ausência dessas características contribui para a percepção de asas nasais mais largas”.
Ou seja, talvez seja necessário um procedimento diferente a para obter o resultado desejado: “A simples redução das asas nasais pode levar a um resultado esteticamente insatisfatório, uma vez que não aborda a causa principal do problema, que é a falta de projeção e estruturação da ponta nasal. Além disso, a alectomia é um procedimento irreversível. Em casos de necessidade de revisão cirúrgica, a ausência das asas nasais originais pode dificultar a reconstrução e otimização do resultado”.







