Após confirmar ter se envolvido com Léo Santana, Andressa Urach revelou que tomou um medicamento de proteção logo depois do encontro — atitude comum, mas que requer cautela médica, segundo ginecologistas. Essas substâncias, frequentemente usadas para evitar infecções, sensações físicas indesejadas ou mesmo prevenir gravidez, devem ser indicadas por profissionais.
A ginecologista Dra. Mariana Reis, consultada por especialistas na área, alerta que automedicação pode trazer efeitos colaterais significativos, como desequilíbrios hormonais, alterações no ciclo menstrual, náuseas e até complicações mais sérias quando combinadas com outras medicações. Além disso, o uso indiscriminado de medicamentos pode mascarar sintomas que deveriam ser avaliados em consulta presencial.
Segundo a médica, a principal recomendação é: “Se houve contato íntimo sem proteção e há receio, procure atendimento ginecológico para avaliação adequada. Evitar remédios via automedicação protege a saúde a curto e longo prazo.” Ela reforça que o acompanhamento médico é essencial para garantir que qualquer risco de infecção ou gravidez seja adequadamente prevenido e tratado, se necessário.
A declaração de Andressa Urach sobre o uso do remédio atraiu a atenção nas redes e levantou debate público sobre a necessidade de informação correta e ação consciente após encontros casuais — especialmente quando envolvem exposição emocional, celebridade e possível supervisão médica.







