Aos 40 anos, Paula Fernandes contou não beijar no primeiro encontro. Ao participar do Sabadou com Virginia, no SBT, a sertaneja foi questionada se beijaria alguém logo na primeira saída e explicou que não consegue, já que precisa criar algum tipo de conexão antes do contato íntimo.
Opinião de Paula Fernandes
“Você não beija no primeiro encontro?”, questionou a apresentadora no programa deste sábado (7). “Não. Eu preciso ter uma conexão com a pessoa, preciso bater um papo”, explicou a intérprete de Pássaro de Fogo. Também presente no programa, Elaine Mickely defendeu a cantora e confessou ser igual à cantora. “Demorei dois meses para beijar ele [Cesar Filho]”, admitiu.
Na atração, Paula Fernandes também desmentiu boatos que sempre ouviu a seu respeito: “[Já falaram] que eu tirei a costela… Jamais faria isso. Nunca na vida. Que eu sou careca, que não tenho cabelo. Que eu pedi para quebrar a parede de um quarto de hotel só para colocar uma bicicleta ergométrica. Outra é que eu peço cama de casal no camarim. Meus camarins às vezes não cabem nem eu, e nem o fã”, relembra.
“Já falaram também que eu só tomo banho de água mineral, que lá em casa é tudo água de coco”, acrescenta. Surpresa, a apresentadora quis saber o motivo de tantas invenções. “Mas por que inventam essas coisas bizarras?”, questionou a ex-esposa de Zé Felipe. Sincera, a sertaneja contou o que pensa sobre o assunto: “Eu acho que é porque eu sou certinha demais”.
Início da carreira
A sertaneja também falou sobre o que passou no início da carreira: “Comecei com oito anos. Aprendi uma música de Leandro & Leonardo e fiquei insistindo com a minha mãe que sabia cantá-la. Levei uns três dias para convencê-la a me ouvir. Quando escutou, ficou emocionada e pediu para eu cantar de novo. Ligou para minha tia, e eu fui para o quarto porque era muito tímida. Cantei, e foi algo meio meteórico”.
“Um dia, chegamos a um galpão onde a Banda da Cidade estava ensaiando. Na cara de pau, minha mãe pediu para eu cantar uma música, e eles ficaram espantados. Quando somos crianças e temos um dom, todo mundo acha superlegal. Realmente, era um prodígio. Cantava, tocava violão, era autodidata, afinada… Foi um processo longo e doloroso, de muita batalha, mas que deu certo”, relembra.
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