Fora da Globo desde 2016, quando integrou o elenco de Êta Mundo Bom, Maria Zilda abriu o coração para falar sobre o processo que move contra a emissora na Justiça. Em suma, ela luta contra a antiga empregadora por não aceitar o valor que recebe pelas reprises exibidas no canal e em plataformas de streaming.
Maria Zilda explica ação contra canal carioca
“Decidi entrar com o processo quando percebi que, ao longo dos anos, as obras que ajudei a construir —com minha interpretação, meu corpo, minha voz— estavam sendo reexibidas, comercializadas e exploradas sem que eu sequer soubesse como, onde e quanto”, começou a atriz em entrevista ao F5.
E continuou: “Não existia streaming nem TV paga nos moldes atuais. Não havia cláusulas prevendo que uma novela estaria disponível para consumo ilimitado, on demand, por milhões de pessoas, a qualquer hora, para sempre. O que a Globo faz é se apoiar na força dos contratos para perpetuar uma lógica de apropriação indevida. Ela se apossou dos meus sucessos antigos e segue lucrando com eles”, detona.
Em suma, Maria Zilda batalha contra a Globo na Justiça desde outubro de 2024. Apesar da emissora ter vencido em primeira instância, a veterana não pensa em desistir: “Tenho certeza de que estou certa: lutar pela minha dignidade, pelos meus direitos, por respeito e pela história de 40 anos de trabalho árduo, legado que deixarei para meus filhos”, garante.
Por fim, a atriz destaca que acredita ver seu processo como uma iniciativa para uma mobilização entre atores: “Esse é um dos maiores motores da minha ação: contribuir para consolidar um entendimento jurídico que proteja os artistas diante desse novo cenário tecnológico e comercial. Não estou lutando só pelo que me é devido, mas para que as próximas gerações não sejam tratadas como meros fornecedores de material bruto”.
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