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Márcia Piovesan

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Julia Lemmertz relembra parceria com Dan Stulbach em Fina Estampa

Atriz fala sobre a alegria de rever personagem marcante em novela das 21h

Julia Lemmertz relembra parceria com Dan Stulbach em Fina Estampa
Julia Lemmertz relembra parceria com Dan Stulbach em Fina Estampa - Crédito: Globo

A atriz Julia Lemmertz ficou radiante com a notícia de que a novela Fina Estampa seria reprisada na faixa das 21h na Globo. Intérprete de Esther, ela comemorou a sua parceria com o ator Dan Stulbach, que fez o marido dela, Paulo.

Na história, Esther e Paulo vivem um casamento feliz e apaixonado. Sócios da confecção Fio Carioca, eles tem um único ponto de tensão: filhos. Ele é estéril e ela reprimiu o sonho de ser mãe. No entanto, o clima muda depois que ela conhece a Dra. Danielle Fraser, especialista em fertilidade dirigida. Esther ficará animada com a possibilidade de engravidar com a fertilização in vitro, mas o marido não acreditará que possa dar certo.

Entrevista com Julia Lemmertz:

Como você recebeu a notícia da volta da novela?

Primeiro, achei uma atitude sensata e séria da Globo ter interrompido as produções de todas as novelas. A escolha de “Fina Estampa” foi uma grata surpresa.

Qual cena gostaria de rever?

Acho que tivemos muitas cenas lindas, fortes. A aceitação do marido, Paulo (Dan Stulbach), depois de tantos desencontros deles, por exemplo.

Quem você conheceu na novela, ou que você tenha estreitado laços nesse trabalho, que você levou para a vida?

Sem dúvida, o meu parceiro nessa novela, que eu já conhecia e admirava, o Dan Stulbach. Ele é um ator incrível e um grande amigo, quero muito o bem dele e adoro seus trabalhos. Nossa parceria nessa novela foi linda.

Por que você acha que vale a pena rever a novela? 

Acho que a novela é bem movimentada, tem a genial Lilia Cabral fazendo uma personagem tão diferente e carismática. É um novelão de muitos bons personagens. 

Tem alguma característica ou algo que você aprendeu com o personagem que ficou pra sua vida?

Na época, fiz muita pesquisa com médicos e mulheres que passaram pela inseminação, que esperaram muito para serem mães, foi um mergulho profundo na maternidade programada. Eu tive dois filhos de método natural, então, para mim, isso nunca foi uma questão. Enfim, o contato com esse desejo imenso e a impossibilidade de realizar foi bem dolorido de ver. E foi interessante observar até onde se pode ir, tanto em termos pessoais quanto médicos.