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Padre Fábio de Melo abre coração e revela que cogitou suicídio em momento delicado da vida

Durante live, padre contou mais sobre o período que enfrentou síndrome e lutou contra depressão: “Ficava horas pesquisando formas de morrer”

Padre Fábio de Melo abre coração e revela que cogitou suicídio em momento delicado da vida. CRédito: Reprodução/Instagram

Recentemente, Padre Fábio de Melo participou de uma live com o jornalista Felipeh Campos, e abriu o coração sobre um momento delicado de sua vida. Ele revelou que chegou a cogitar suicídio quando enfrentou uma depressão profunda.

Questionado sobre a época, Padre Fábio não hesitou para responder. Na ocasião, além da depressão, ele também encarou a síndrome do pânico, que agravava mais a situação.

“Há três anos, quando eu tive a minha crise pior, eu não pensava em outra coisa. Eu ficava horas e horas do dia e da noite pesquisando na internet formas de morrer. Foi uma sombra muito difícil de ser enfrentada, um período extremamente doloroso para mim”, desabafou.

Não cogitando mais a ideia, no entanto, ele contou que tem tentado manter a saúde mental durante o isolamento social. “Minha maior preocupação foi contornar aquilo que eu sei que é uma fragilidade minha, a minha saúde emocional, que foi um grande dilema para mim, há três anos, quando eu tive a síndrome do pânico e a depressão”, afirmou.

Saúde mental e pandemia

Apesar de ter enfrentando um momento difícil, tudo fez com que ele tomasse decisões importantes. Ele decidiu parar com a carreira musical e diminuir a exposição pública, mas confessou que a pandemia atrapalhou seus planos.

“Tinha programado estudos, ficar um tempo fora do Brasil estudando e nada disso foi possível. Eu precisar administrar a ansiedade de não poder concretizar aquilo que eu havia planejado.”

“Eu tinha muito receio do fato de não poder dar continuidade àquilo que estava sendo tão esperado por mim, tinha muito medo que essa ansiedade de ficar trancafiado pudesse ser um gatilho para voltar à síndrome do pânico e ao processo de depressão. Então minha primeira preocupação foi: eu preciso ficar bem, preciso recrutar em mim aquilo que eu sei que seria capaz de me manter vivo emocionalmente nessa época”, desabafou.