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Noivo de Carol Nakamura, Guilherme Leonel rebate internauta que chamou seu filho de ‘favelado’

O influencer foi repreendido por levar o filho a um estúdio de tatuagem e ficou inconformado com a situação: ‘Ler isso em pleno 2020 machuca demais’

Carol Nakamura e Guilherme Leonel
Carol Nakamura e Guilherme Leonel - Crédito: Reprodução / Instagram

Neste último domingo, 12/07, o noivo de Carol Nakamura, Guilherme Leonel usou seu stories do Instagram para expor uma conversa com um internauta que o repreendeu por levar seu filho, Wallace, a um estúdio de tatuagem.

Nas mensagens que o noivo de Carol divulgou, o internauta diz que não é uma influência boa para o pequeno ser levado para ver tatuagens. Ao ser questionado por Guilherme, o seguidor respondeu: “Você termina influenciando ele a tatuar também. Para você, é sua profissão, tudo bem. E se amanhã ele voltar para a casa dele, ele será mais um favelado todo tatuado, que a sociedade irá julgar”.

Ainda nas mensagens, o seguidor afirma que Wallace será alvo de preconceito: “Uma coisa é morar no Recreio, outra na favela… Ele será mais um todo tatuado sem prestígio, será julgado. Por isso não acho legal levar ele para estúdio para ver você se tatuar como se fosse tomar um suco. E não é”, continuou o internauta.

Na legenda dos prints, Guilherme escreve “Ler isso em pleno 2020 machuca demais”, “Estou chocado até agora com a mensagem”.

Por fim, o influencer gravou diversos vídeos comentando o ocorrido: “Não vejo nenhum problema. Sempre tive tatuagem, tenho o corpo com diversas tatuagens e isso não me fez melhor e muito menos pior do que ninguém. A tatuagem é uma arte, e marginalizar de tal maneira e ainda chamar meu filho de favelado, com essas acusações, dizendo tudo o que disse. Só para reforçar que a causa é muito mais nobre do que a gente imagina. A gente acha que é distante, mas não, estou passando por isso”, desabafou.

Por fim, Guilherme mandou uma mensagem para o internauta: “Não é a tatuagem que vai dizer o caráter do meu filho, não é onde ele está. É quem ele é. É a educação, o estudo que ele está buscando, é a base. É a pessoa que ele é. Não fala que ele é um favelado, tatuado, sem prestígio. Amigo, busca um tratamento, ajuda uma ONG e vai aprender. Porque você está precisando aprender o que é a vida”, encerrou.