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Lorena Comparato é assaltada em São Paulo e faz desabafo

Atriz ficou sem celular e contou os momentos de tensão

Lorena Comparato | Foto: Globo/Marcos Rosa

Lorena Comparato, a Vanessa do Rosário de “Rock Story”, levou um susto neste final de semana em São Paulo. A atriz sofreu um assalto e usou suas redes sociais para relatar o ocorrido.

Em publicações feitas em seus stories, ela contou um pouco do momento de tensão que viveu. “Estava no carro com a janela entreaberta parada no sinal e um jovem apareceu com uma arma grande e pediu celular, alianças e relógio. Eu disse que não tinha. Que perigo! Acostumada a estar sempre ligada, meu celular estava embaixo da minha perna, mas dessa vez eu não vi esse cara vindo. Ele pediu de novo e eu dei. Ele saiu tranquilo e sereno, caminhando, colocando tudo na mochila”, disse.

“Pensando racionalmente agora, reagir foi uma burrice… Na minha cabeça vi perfeitamente ele atirando e meu corpo coberto de sangue. Mas em troca de quê? Um celular? Um anel? Um relógio? Dei tudo. Fiquei muito nervosa, me sentindo impotente, invadida, abusada. Não quero ficar traumatizada e com medo de ir pra rua por causa disso. Fiquei triste. Tenho chorado de vez em quando e deixo vir… nada realmente é garantido nessa vida. Só que ela acaba. E a maior duvida agora é: o que vc vai fazer com a sua?”, filosofou sobre o ocorrido.

Passado o susto, a atriz refletiu sobre os motivos que levaram a pessoa ir para o mundo do crime. “Me peguei pensando muito nesse jovem. Sou privilegiadíssima. Onde ele mora? Onde ele toma banho? O que ele come? Quem conforta ele depois de toda essa situação? Estou rezando muito por ele e me questionando como chegamos a esse ponto. Como as pessoas realmente acham que isso é a solução. Fomos todos criados numa sociedade competitiva, extremamente desigual e triste. A ideia errada de que o dinheiro traz felicidade é disseminada sempre, mas na prática, sem ele, também não se consegue muita coisa. A humanidade mata por nada, por um celular, um anel ou um carro. Que valor isso tem? Naquela situação fui vítima do assalto, mas ele é vitima diária de uma sociedade injusta e que privilegia poucos. O que podemos fazer para melhorar? Há como melhorar? Fico aqui agora confusa com as minhas dúvidas, medos e inseguranças”, relatou.