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Claudia Raia fala sobre o tempo: “Idade é um número que não me define”

Em entrevista, atriz conta sua relação com o envelhecimento

Claudia Raia
Claudia Raia | Foto: Reprodução Instagram

Nesta quinta-feira, Claudia Raia usou o seu perfil no Instagram, para relembrar a morte da mãe, Odette Raia, que completou um ano. Ela fez um post lindo e emocionado. Claudia também concedeu uma entrevista à Revista Ela, do Jornal O Globo, e falou sobre sua mãe e como ela vem encarando o passar dos anos. Aos 53 anos, Claudia é um exemplo de vitalidade e experiência para os mais jovens. E garante ser adorada por ele. Para ela, a idade não é uma questão. “Idade é um número que não me define. Já passamos dessa fase que idade era impedimento para qualquer coisa. Graças a Deus! Eu estou no meu auge pessoal e profissional. Não poderia estar mais feliz e aproveitando tudo. O passar do tempo me trouxe maturidade, e eu adoro isso. Hoje em dia, sei bem onde focar minha atenção, aprendi a priorizar. Isso é tão importante. Não tive crise porque a verdade é que nem percebi como cheguei aqui (risos). Foi tudo tão natural, tão orgânico”.

Claudia também contou que sua mãe foi sua maior inspiração de força e vitalidade. “Minha referência sempre foi minha mãe, Odette. Quando eu nasci, ela tinha 44 anos. Quando eu estava com 20, ela tinha 63. Amor, ela era de uma vitalidade, de uma força, de uma inteligência! Sempre impecável também (risos). Então, para mim, uma mulher de 50 anos era quem ela quisesse ser. E comigo é assim. Vejo que os jovens me adoram. Pelas redes sociais, tenho um retorno tão grande deles. Me impressiona muito. As mulheres também comentam muito nas minhas redes, falando que se sentem representadas, que gostam de ver o que eu posto. Elas vêm falar comigo sobre a importância de a gente falar da mulher de 50+, de verem as questões sendo colocadas. Porque a verdade é que se você não tem mais 30 ou 40 anos e nem tem 80, está num limbo. É uma mulher invisível quase. E eu quero mostrar que estamos com tudo. Somos donas das nossas vidas, do nosso dinheiro, das nossas decisões, dos nossos desejos. É o nosso auge. Lá fora, vemos essas mulheres em capas de revista, fazendo desfiles de moda, protagonizando histórias no cinema, na TV. Aqui no Brasil, esse movimento ainda é tímido”, completou.