Uma brasileira foi detida e indiciada na Coreia do Sul após ser acusada de perseguir Jungkook, integrante do grupo de K-pop BTS. O caso ganhou repercussão internacional depois que promotores sul-coreanos confirmaram a abertura de um processo criminal contra a mulher.
Segundo as autoridades, a suspeita, uma brasileira na casa dos 30 anos, foi acusada de perseguição e invasão de propriedade após tentar se aproximar repetidamente da residência do artista em Seul.
Visitas repetidas à casa do cantor
De acordo com a investigação, a mulher teria visitado o endereço de Jungkook mais de 20 vezes entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026. Durante essas ocasiões, ela teria pressionado a campainha da casa e deixado cartas tentando contato com o cantor.
A situação levou a polícia a agir e prender a suspeita após novas tentativas de aproximação do imóvel. O caso acabou sendo encaminhado ao Ministério Público do Distrito Oeste de Seul, que formalizou a acusação.
Lei anti-stalking pode levar a punições
Os promotores afirmam que a brasileira foi indiciada com base na Lei de Punição aos Crimes de Perseguição, legislação criada para combater casos de assédio persistente contra outras pessoas.
Esse tipo de crime pode resultar em punições mais severas quando há repetição de comportamentos considerados invasivos, como tentativa de contato insistente ou presença frequente em locais privados da vítima.
Suspeita alegou agir por “amor”
Durante o depoimento às autoridades, a mulher afirmou que teria cometido os atos “por amor a Jungkook”, segundo informações divulgadas pela imprensa sul-coreana.
O caso reacendeu discussões sobre o fenômeno dos chamados “sasaeng fans”, termo usado na Coreia do Sul para descrever admiradores obsessivos que invadem a privacidade de celebridades.







